1.Blindagem de entrada
uma vez, antes de o site entrar no serviço
Configuramos o WordPress seguindo o mesmo checklist que a gente aplica na frota inteira: login fora do endereço óbvio, permissão de arquivo no lugar, superfície desnecessária desligada, backup ligado e certificado com prazo vigiado. O site sai desse passo com uma nota, e a nota tem que passar do corte antes de a recorrência começar.
2.O agente dentro do site
contínuo
Instalamos um plugin nosso no seu site. Ele reporta que está vivo, registra o que muda, detecta erro de página e dispara o evento para a nossa central no mesmo minuto. O trabalho de acompanhar esses dados é nosso, e você não precisa abrir painel nenhum.
3.A checagem de fora
contínuo
Ao mesmo tempo, um monitor externo bate no seu site de fora, sem depender de nada que esteja rodando dentro dele. Se o site sai do ar, o monitor externo vê. Se o site está no ar mas alguma coisa dentro dele parou, o agente vê.
4.O alerta chega em nós
no momento do evento
Queda, erro novo, comportamento fora do padrão e certificado perto de vencer viram alerta no nosso WhatsApp, não no seu e-mail. A primeira pessoa a saber que algo saiu do lugar é a gente.
5.Atualização testada antes de entrar
semanal
Atualização de WordPress e de plugin é a origem mais comum de site quebrado, e também é o que fecha vulnerabilidade conhecida. Por isso ela é aplicada, e nos níveis mais altos é testada antes de chegar no site que está no ar.
6.Quando quebra, o procedimento já existe
chamado atendido em 24h úteis
Identificamos se o problema é do seu site ou do servidor, agimos na causa, avisamos você com o que aconteceu e o que foi feito, e o que aprendemos vira regra aplicada nos outros sites. Restauração de backup é parte do procedimento.
7.Relatório do que aconteceu no mês
mensal
Um resumo do estado do site, do que foi atualizado, do que quebrou e do que foi corrigido antes de quebrar.